Um programa conjunto · Vocalis × Instituto Arruda

Quem lidera a sua empresa?Você ou os seus sabotadores?

Toda empresa tem uma dinâmica inconsciente. Sob pressão, ela assume o comando: os líderes se defendem, as áreas se fecham e uma narrativa se instala. Lucidez mede essa dinâmica, reescreve a narrativa e devolve a liderança a quem deveria tê-la.

A organização

Uma empresa é uma rede de pessoas. Em harmonia, ela se move como uma sinfonia.

Cada ponto conectado aos outros. Leve. Em fluxo. É esse estado que gera resultado, e é ele que se perde primeiro.
Os líderes

E os líderes são os maestros dessa sinfonia.

São eles que afinam o objetivo da empresa com o momento e a trajetória de cada pessoa, para que a organização e o indivíduo caminhem na mesma direção. Quando o maestro está presente, o time toca junto.
O indivíduo

E no nível mais elementar, a empresa é feita de pessoas.

Cada uma com um perfil, uma potência, talentos e uma trajetória. Cada uma vivendo o seu momento. E cada uma escolhendo, hoje, escrever a própria história dentro da história da empresa.
Sob pressão

Sob pressão, o medo assume. Medo de errar. De ser julgado. De ser culpado.

Toda pessoa, e toda empresa, carrega uma dinâmica inconsciente. Ela fica quieta enquanto tudo corre bem e acorda quando a pressão aumenta: os mecanismos de defesa se ativam e passam a nos proteger de ameaças que muitas vezes nem existem.
Os sabotadores

As pessoas se protegem. A rede se divide em silos. Os pontos ficam pesados e jogam uns contra os outros.

Líderes reativos. Áreas que competem em vez de colaborar. Energia drenada para o que não é real, e não para o negócio.
A narrativa

E uma narrativa se instala: “o problema é a outra área”. Conflitos sem solução, até que ela seja reescrita.

A narrativa impede que as pessoas vejam umas às outras como pessoas. Quem chega ao limite, sai.

Isso não aparece no DRE. Aparece no resultado.

42%
do time de um dos unicórnios mais rápidos do mundo prestes a sair. Pelo ambiente, não pelo sonho.
Diagnóstico Vocalis · startup unicórnio, 2025
22%
da força de trabalho global com sintomas de burnout.
McKinsey Health Institute, 2024
1º
motivo de pedidos de demissão: ambiente tóxico, à frente de salário e reconhecimento.
The School of Life, 2023
A virada

E se a luz entrasse?

Vocalis × Instituto Arruda

Lucidez.

Um programa para a sua empresa sair da dinâmica inconsciente e voltar a ser liderada por você.
O que a sua empresa quer

Não é sobre harmonia. É sobre o que a harmonia libera.

Assim como a saúde do corpo, a harmonia de uma empresa é o equilíbrio de vários processos ao mesmo tempo. Quando ela existe, o negócio avança. Quando se perde, o crescimento trava e ninguém sabe exatamente por quê. Lucidez existe para devolver quatro coisas.

Crescer sem travar.

Hoje

Decisões lentas, retrabalho, projetos demais para a capacidade real. A empresa corre muito e constrói pouco.

Com lucidez

Prioridades claras, governança que funciona e um ritmo que a organização consegue sustentar.

Líderes que lideram.

Hoje

Líderes gastando energia para se defender, centralizando, evitando conversas difíceis. Muito conhecimento, pouca clareza sobre si.

Com lucidez

Líderes que conhecem os próprios sabotadores, decidem com presença e delegam sem precisar refazer.

Pessoas leves que entregam.

Hoje

Baixa segurança psicológica. Pessoas caladas, pesadas, se cobrando o tempo todo, até pedirem para sair.

Com lucidez

Pessoas que se posicionam, colocam limites e colocam energia no que importa. Menos turnover, mais entrega.

Uma narrativa que une.

Hoje

“A outra área não ajuda.” “A liderança não escuta.” Histórias diferentes em cada silo, e conflitos que não se resolvem.

Com lucidez

Uma história compartilhada, baseada em dados, que o time reconhece como sua. A partir dela, as frentes de mudança.

O que fazemos

Tiramos os sabotadores do comando. Em três níveis.

Os sabotadores operam na organização, na liderança e em cada pessoa, ao mesmo tempo. Por isso o programa une dois métodos que, até hoje, trabalhavam separados: o diagnóstico quantitativo do coletivo (Vocalis) e o trabalho individual de sabotadores com cada líder (Instituto Arruda).

Organização· conduz: Vocalis

A empresa volta a ter estrutura.

Onde os sabotadores pegam
A empresa fica atrasada e sob pressão. Não consegue estruturar governança, processos, projetos, cultura. Uma frequência caótica, dominada pelo medo.
O que mudamos
Frentes de trabalho definidas a partir do diagnóstico (governança, cultura, papéis, prioridades) e conduzidas com o time até virarem rotina.
Liderança· conduz: Instituto Arruda

Os líderes atuam em alta performance.

Onde os sabotadores pegam
Ser líder é ser julgado por tudo. Os dedos apontam para cima. O líder se protege, não por maldade, mas por medo, e fica reativo, centralizador, evasivo.
O que mudamos
Avaliação individual de sabotadores e uma jornada 1:1 com cada líder para reconhecer os próprios padrões e liderar com presença, clareza e positividade.
Indivíduos· conduzem: ambos

As pessoas recuperam a voz.

Onde os sabotadores pegam
As pessoas se sentem pesadas e caladas. Constantemente ameaçadas, se questionando, se pressionando. A saúde mental cai, e é delas que depende a entrega.
O que mudamos
Relatórios individuais para cada pessoa, espaço para se posicionar e colocar limites, e uma narrativa coletiva que reconhece o que o time sente.
A medida

A harmonia, medida pelos Dez Pilares.

Os Dez Pilares da Harmonia™ são a metodologia proprietária da Vocalis: 82 variáveis, dez dimensões, três naturezas. Cada resposta do time vira um ponto no mapa, e o mapa vira um número. Passe o cursor (ou toque) em cada pilar.

Diagrama dos Dez Pilares da Harmonia Coesão · metacognitivo Razão · cognitivo Ação · comportamental
Coesão · metacognitivo

Integridade

    Escala da harmonia · Harmony Index
    Risco de rupturaTolerável · harmonia aparente Altíssima tensãoHarmônico · harmonia real Alta tensãoÍntegro
    A fratura

    Sob pressão, os pilares não caem de uma vez. Eles se desmontam por dentro, um comportamento de cada vez, e quem faz isso tem nome: sabotadores.

    O nível individual

    Todo líder tem sabotadores. A questão é quem está no comando.

    Sabotadores são padrões mentais automáticos que se formaram para nos proteger e que, sob pressão, drenam energia para ameaças ilusórias. O Instituto Arruda mapeia os de cada líder com o instrumento da Positive Intelligence® (Shirzad Chamine) e conduz a jornada para reconhecê-los e responder de outro lugar.

    O mestre

    O Juiz

    Julga você, julga os outros, julga as circunstâncias. É a raiz de todos os outros, e a voz que faz o líder se defender antes de ouvir.

    Cúmplice

    Controlador

    Precisa estar no comando. Sob pressão, centraliza e sufoca a autonomia do time.

    Cúmplice

    Hiper-realizador

    Vale pelo que entrega. Sacrifica pessoas, e a si mesmo, pela próxima meta.

    Cúmplice

    Hiper-racional

    Resolve tudo pela lógica. Parece frio; o time para de trazer o que sente.

    Cúmplice

    Hiper-vigilante

    Vê risco em tudo. Gera urgência constante e ansiedade coletiva.

    Cúmplice

    Agradador

    Diz sim para tudo. Evita conversas difíceis e deixa o conflito apodrecer.

    Cúmplice

    Inquieto

    Sempre atrás do próximo. Muda de direção antes de concluir, e o time corre atrás.

    Cúmplice

    Perfeccionista

    Nada está bom o suficiente. Refaz o trabalho dos outros e cria dependência.

    Cúmplice

    Vítima

    Transforma pressão em sofrimento. Usa o cansaço como argumento.

    Cúmplice

    Esquivo

    Foge do desconforto. Adia decisões; os problemas crescem no silêncio.

    Referencial · Positive Intelligence® Shirzad Chamine Leadership & Self-Deception Arbinger Institute The Anatomy of Peace Arbinger Institute Dez Pilares da Harmonia™ Victor B. Costa Triângulo do Drama Karpman, 1968 Análise fatorial Spearman, 1904
    A experiência do projeto

    Um diagnóstico afina a empresa inteira.

    Do questionário à sinfonia. Role para acompanhar as etapas de um projeto Lucidez e ver, na prática, como o ruído vira um roadmap com três frentes. Exemplo real e anônimo: uma startup unicórnio, 2025.

    Semanas 1 a 4

    Diagnóstico organizacional

    Um questionário de 30 minutos para todo o time mede os Dez Pilares da Harmonia e gera o Harmony Index: a empresa em um número e em dez dimensões.

    • 82 variáveis em dez pilares e três naturezas
    • Harmony Index com faixa de tensão, do risco de ruptura ao íntegro
    ≈ 2h do timeSem IA · estatística
    Semanas 1 a 4

    Mapeamento de sabotadores

    Cada líder faz o assessment de sabotadores da Positive Intelligence®, que depois vira ferramenta de desenvolvimento de liderança e de sustentação da mudança.

    • O Juiz e os nove cúmplices, medidos líder a líder
    • Avaliação de liderança feita pelo time de cada gestor
    Semanas 5 e 6

    A narrativa

    A estatística dá a geometria. A interpretação revela a história. Imagine que cada pergunta do diagnóstico é uma estrela. A análise fatorial pergunta à sua empresa: o que vocês enxergam nessas estrelas? A resposta é a narrativa instalada, inconscientemente, na organização.

    Semanas 5 e 6

    Clareza

    As estrelas voltam para os dez pilares e o ruído vira sinal: cada pilar ganha uma nota e fica visível onde a empresa está desafinada, e onde cada líder é pego pelos próprios sabotadores.

    • Prévia com o CEO (1h) e workshop com a liderança (3h)
    • Apresentação ao time todo: a história que a organização escreveu, devolvida a ela
    Semanas 5 e 6

    Decisões

    No workshop com CEO e líderes, o que está desafinado é agrupado em três frentes: organização, liderança e indivíduos. Aqui a empresa escolhe o que vai mudar, e quem conduz cada frente.

    • Frentes definidas com dono, escopo e critério de pronto
    • Entrega dos relatórios individuais a cada pessoa do time
    Meses 2 a 6

    Roadmap em três frentes

    As frentes ganham subfrentes, donos e cronograma. Organização, liderança e indivíduos avançam ao mesmo tempo, em checkpoints mensais.

    • Organização: a Vocalis conduz as frentes com o time
    • Liderança: o Instituto Arruda conduz a jornada 1:1 de sabotadores
    • Indivíduos: rituais de escuta, protagonismo e limites
    Mês 6

    Afinação

    Medimos de novo. Os pilares sobem, o Harmony Index muda de faixa e a empresa volta a se mover como uma sinfonia. A harmonia é um número, e a mudança precisa aparecer nele.

    Valores ilustrativos
    Os entregáveis

    Cada pessoa recebe o seu próprio mapa.

    Ao final da apresentação de resultados, cada pessoa recebe um relatório individual: como ela vê a empresa, onde a visão dela se encontra ou se afasta da visão do time, e um convite. Líderes recebem também a avaliação de liderança feita pelos seus times e o mapa dos próprios sabotadores.

    Relatório individual
    Ana Ribeiro
    Gerente de produto · quatro anos de casa
    A sua harmonia
    71%
    A empresa está em alta tensão. Você enxerga um pouco mais de harmonia do que a média do time.
    Como o seu time vê você
    Como você vê os dez pilares
    Pontos fortes

    Você pede ajuda (90%), sente que pode ser você mesma (87%) e enxerga a empresa com mais estrutura do que a média do time. Isso é um ativo: você consegue sustentar ordem onde outros sentem caos.

    Oportunidades

    A distância em Ordem e Serviço sugere que o que funciona para você ainda não chegou ao time. O convite é difundir: tornar visível o que hoje você resolve sozinha.

    Os seus sabotadores
    Hiper-realizadora82
    Controladora64
    Juiz58

    Mapeados com o instrumento da Positive Intelligence® e trabalhados na jornada 1:1 com o Instituto Arruda.

    Um convite

    O que você resolve sozinha que o time inteiro precisaria saber resolver?

    Entregue após a apresentação de resultados · uso pessoal · Dez Pilares da Harmonia™Vocalis × Instituto Arruda
    Tudo o que a empresa recebe
    • Assessment organizacional com Harmony Index e dez pilares
    • Narrativa organizacional em capítulos, a partir da análise fatorial
    • Avaliações de liderança feitas pelos times
    • Relatórios individuais para cada pessoa
    • Mapa de sabotadores de cada líder
    • Roadmap com frentes de trabalho em três níveis
    • Nova medição ao final do programa
    Resultados

    Quando a narrativa muda, o número muda.

    Dois casos conduzidos com a metodologia da Vocalis. Em ambos, a hipótese da empresa estava errada. O diagnóstico apontou os pilares críticos, e o trabalho começou por ali.

    Caso 01 · quick-commerce

    Startup unicórnio

    Um dos unicórnios mais rápidos do mundo · USD 350 MM captados · entrega em 15 minutos
    Pilares críticos
    Ordem 48%Colaboração 55%
    A hipótese da empresa

    Alto turnover, cash burn e pressão do VC. O plano era rever cultura e EVP e aumentar salários: “mais pressão, mais incentivo”.

    O que o diagnóstico localizou

    Os nove capítulos da narrativa convergiram para dois pilares. Não era falta de talento nem de ambição: era falta de estrutura para sustentar o ritmo e de conexão entre as áreas, e entre a liderança global e a local. O problema era estrutural, não cultural.

    O que foi feito
    • Governança redesenhada: steering committee mensal com pauta, dono e decisão registrada, prévia de resultados, comitês por vertical e uma agenda com menos reuniões e mais direção
    • Papéis formais para a liderança global: regras de engajamento, o que cabe e o que não cabe a cada líder, e uma rotina definida com cada head local
    • Governança de caixa: aprovação de investimento, controle de OPEX e alocação de capital com ritmo próprio
    • Cultura relançada depois: projeto de quatro semanas para redesenhar os valores, com rituais que sustentam o novo jeito de operar
    1015%
    de economia no aumento salarial que a empresa achava necessário
    100%
    da liderança retida. 42% dela estava prestes a sair

    A empresa achava que tinha um problema de cultura. A narrativa mostrou um problema de governança e de interação entre a liderança global e a local e, só então, de cultura. Esse é o trabalho da etapa de clareza: separar ruído de sinal. A dor tinha endereço, e endereço se arruma.

    Caso 02 · varejo e indústria

    Liz

    Líder em lingerie de conforto no Brasil · 35 anos · 1.000+ pessoas · BR, MX, CL
    Pilares críticos
    Colaboração 62%Ordem 63%
    A hipótese da empresa

    Alta fricção interna e metas de vendas paradas em 78 e 80%. “Os times não sabem trabalhar juntos.”

    O que o diagnóstico localizou

    Propósito, serviço e autorresponsabilidade eram pilares fortes: gente determinada, produto no centro. O que faltava era colaboração entre departamentos e estrutura para sustentar o ritmo. A empresa tinha crescido em modo sobrevivência, sem organizar as bases, e a leveza tinha se perdido no caminho.

    O que foi feito
    • Cultura relançada para toda a empresa: um manual que atualiza o comportamento esperado, o que pode e o que não pode, e devolve leveza ao ambiente
    • Ritual mensal de alinhamento: um encontro para celebrar conquistas e dar visibilidade ao momento de cada área, com pauta fixa e dono
    • Processos de pessoas redesenhados: PDI reativado como gestão de carreira, com o relatório individual na mão de cada pessoa
    • Comercial reestruturado: cadência, indicadores e interfaces claras entre comercial, operações e pessoas
    98% · 107%
    de atingimento de meta nas duas operações. Antes: 78% e 80%
    “Nunca na história da empresa vi meu time tão unido.”Ligia Buonamici · CEO, Liz

    O que motivava as pessoas na Liz já era a colaboração. O que as desmotivava era a falta dela. Afinar esse pilar não exigiu mudar quem a empresa é: exigiu devolver a ela o próprio jeito de trabalhar junto.

    Vocalis
    1.000+
    pessoas impactadas nos EUA e na América Latina
    Vocalis
    40+ · 20+
    empresas e países na trajetória do fundador; selecionada pela Egon Zehnder para teste em 2026
    Instituto Arruda
    30.000+
    profissionais desenvolvidos em 18 países
    Instituto Arruda
    10+
    anos desenvolvendo líderes, do escritório ao chão de fábrica
    Quem conduz

    Dois métodos. Dois amigos. Uma oferta.

    Até aqui, o Instituto Arruda trabalhava os sabotadores no indivíduo e a Vocalis olhava só o coletivo. Lucidez é o encontro dos dois: o quantitativo do sistema com a presença no líder.

    Victor B. Costa
    Organização · narrativa

    Victor B. Costa

    Fundador da Vocalis · criador dos Dez Pilares da Harmonia™

    Consultor de estratégia e gestão em mais de 20 países e 40 empresas (Microsoft, Walmart, KraftHeinz, L’Oréal, Carrefour) antes de um burnout mudar o rumo. Formado em administração (FGV), roteiro e storytelling (UCLA) e filosofia antiga (Penn), uniu estatística, música e filosofia para criar uma metodologia que transforma a percepção do time em diagnóstico. Autor de The Ten Pillars of Harmony.

    • Metodologia proprietária, sem IA: análise fatorial, clusters e avaliação de liderança
    • Diagnóstico completo em 4 semanas, com cerca de 2h de dedicação do time
    • Selecionada pela Egon Zehnder entre as metodologias mais inovadoras de 2026
    Vocalis · joinvocalis.com
    Eric Arruda
    Liderança · sabotadores

    Eric Arruda

    Fundador do Instituto Arruda · desenvolvimento humano, liderança e resultados

    Engenheiro mecânico (UNICAMP) e pós-graduado em neurociências e comportamento (PUC), Eric foi executivo em engenharia, alta gestão, campo e chão de fábrica antes de se dedicar a desenvolver líderes. Há mais de dez anos integra disciplinas (sabotadores, neurociência aplicada à decisão, gestão de conflitos) para destravar pessoas. Não ensina um modelo único: lê o que cada líder precisa.

    • Mais de 30.000 profissionais desenvolvidos em 18 países
    • Trabalho de sabotadores com base em Positive Intelligence® (Shirzad Chamine)
    • Acompanhamento até o resultado aparecer: checkpoints, planos de ação e sustentação
    Instituto Arruda · institutoarruda.com.br
    Lucidez · Vocalis × Instituto Arruda

    A sua empresa tem uma linda história a ser escrita. Não deixe que a narrativa dos sabotadores sabote a história que você quer escrever.

    Uma conversa de 30 minutos já dá clareza sobre onde a sua empresa está e sobre quem, hoje, está liderando.